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sexta-feira, 17 de julho de 2015

Diretores do Sindipetro recebem voz de prisão ao trancar Cabiúnas

O Trancaço no portão de Cabiúnas, promovido pelos petroleiros e diretores do Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense, por pouco não terminou em prisão permanente dos diretores sindicais, resultado do tumulto entre os manifestantes e Bombeiros. Como alguns funcionários tentaram “furar a greve” usando para isso a entrada de acesso do Corpo de Bombeiros. Os sindicalistas ao tentarem impedir o acesso receberam voz de prisão e foi necessária a interferência dos advogados para evitar encaminhamento para a delegacia.
A mobilização em Cabiúnas teve maior número de adesão - apesar do confronto – de petroleiros, porque no local, as equipes trabalham em turnos alternados e com isso, os sindicalistas atingiram um grande volume de colegas de trabalho. Só que no grupo do primeiro turno do dia, que se inicia as 3 horas, alguns petroleiros tentaram entrar para trabalhar iniciando o tumulto.
Segundo Marcos Breda, coordenador geral do sindicato, depois desse confronto, a situação tornou-se normal por volta das 8h30 tudo seguia normalizado. "Hoje estamos fazendo história novamente, mostrando que os trabalhadores não vão ficar com o ônus dessa crise. Esse é o início do processo em defesa da recomposição da Transpetro, dos investimentos dentro da Petrobrás e pela manutenção dos empregos", disse o diretor do Sindipetro-NF, Cláudio Nunes.
No começo da manhã, com a situação sob controle, os manifestantes do Sindipetro colocaram um carro de som e conseguiram fechar todas as entradas da unidade. Com isso, os terceirizados que tinham horário de entrada foram obrigados a permanecer fora da empresa, assim como estacionar os veículos nos acostamentos da entrada e depois na rodovia Amaral Peixoto que passa na frente da Petrobras, impedindo o tráfego de caminhões, ônibus interestaduais e também carros menores que trafegam pela região.
O ato é em defesa da Petrobrás, contra o projeto de Lei 131 do senador José Serra, que tira a Petrobras como operadora única do pré-sal, pela recomposição da Transpetro e manutenção dos empregos. Todos os trabalhadores da Transpetro realizam atos semelhantes pelo país. “Entregamos essa pauta para o governo e precisamos que ele reveja essa situação de desinvestimento e de venda do patrimônio da empresa”, solicitou Breda.
Fonte: http://www.cliquediario.com.br Foto: Reprodução


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