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quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Greves continuam em vários segmentos

Continua indefinida a situação de servidores de alguns órgãos, em Campos. Parte dos trabalhadores do Correios continua em greve. No INSS, um anúncio informa a paralisação da categoria. Na educação, profissionais da Universidade Federal Fluminense (UFF) e Instituto Federal Fluminense (IFF) também estão de braços cruzados reivindicando melhorias.

Sobre a greve dos trabalhadores dos Correios, o carteiro e delegado do sindicato dos Trabalhadores dos Correios do Rio de Janeiro (Sintect-RJ), Cristian Carvalho de Azeredo, ressaltou que cerca de 70% dos funcionários dos três Centros de Distribuição Domiciliária (CDD) e 30% do Centro de Entrega de Encomendas (CEE) na cidade ainda estão em greve. “Na próxima sexta-feira, haverá uma audiência de conciliação no Tribunal Superior do Trabalho (TST)”, destacou. Entre outras questões, a categoria reivindica reajuste da inflação mais 10% de ganho real, manutenção do plano de saúde e concurso público para todos os setores.
Em nota, a assessoria do Correios informou que o TST, concedeu na última terça-feira (22), uma liminar determinando que as duas federações de representação dos trabalhadores “devem garantir um efetivo mínimo de 65% em atividade normal em cada unidade da empresa”, acrescentando que quarta (23), a manutenção de 65% do efetivo foi descumprida pelas federações em 230 unidades.
No INSS, quarta à tarde, na agência da 13 de Maio ninguém quis comentar a greve. No entanto um aviso informava que estava realizando apenas alguns tipos de serviços, entre eles reabilitação profissional e Saúde e Segurança no Trabalho (SST).
Nas duas agências, Centro e 13 de Maio, um papel informava que os médicos que realizam a perícia estavam em greve, mantendo 30% dos peritos em atendimento. Um funcionário do Centro que não se identificou contou que na agência central a adesão era pequena e que alguns serviços precisavam reagendar.
Também quarta, vigilantes do INSS que são terceirizados contaram à Folha que estariam com salários atrasados há quase três meses e disseram que poderiam paralisar a partir da próxima segunda. O presidente do sindicato dos vigilantes, Luiz Carlos Rangel, contou que não tinha conhecimento da paralisação.
Por telefone, a diretora da empresa Servo, Patrícia Falcão destacou: “As pendências estão sendo solucionadas ainda esta semana. A empresa desconhece paralisação.”
Também continuavam em greve, servidores do Tribunal Regional Eleitoral. No local, estariam realizando apenas serviços de emergência.
Paralisação do IFF pode ter fim semana que vem
O Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal Fluminense, informou por telefone que a UFF ainda está em greve. Já no IFF, o presidente do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe), Paulo César Caxinguelê contou que uma plenária no último final de semana, realizada em São Paulo, sinalizou para o fim da greve no próximo dia 30, mas que o Sinasefe ainda aguarda uma resposta do governo. “O governo ficou de responder até hoje (ontem). No campus Centro fizemos uma assembleia na última terça e a posição é continuar a greve e esperar uma resposta. Final de semana terá uma plenária em Brasília. Semana que vem temos outra assembleia marcada. Macaé sinalizou encerrar no dia 30. Cabo Frio e Quissamã também querem uma resposta”.

Foto: Tércio Teixeira

Folha da Manhã

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