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quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Trabalhadores dos Correios param no estado do Rio de Janeiro



O trabalhadores dos Correios decidiram entrar em greve por tempo indeterminado. A decisão foi tomada em assembleia geral da categoria, realizada na noite desta terça-feira (15/09), ao lado da sede regional da empresa, na região central da cidade. Além do aumento de 10% de ganho real, as principais reivindicações são a manutenção das condições do plano de saúde da categoria, a realização de concurso público imediato e a contratação de 1,5 mil trabalhadores.

Em Campos, a agência Central realizou atendimentos com apenas dois guichês e parte dos grevistas realizou uma manifestação na Praça do Santíssimo Salvador, na manhã desta quarta-feira (16/09). 

Diretor da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Serviços Postais (Fentect), Emerson Marinho informou que a greve ocorreu porque a empresa apresentou proposta que não garante a reposição da inflação.
“Ela apresentou uma proposta linear que não é incorporada imediatamente ao salário e que vem em forma de gratificação, o que não traz reflexo remuneratório nem nas férias e nem no décimo terceiro salário. Outro aspecto é o ataque frontal que a empresa vem fazendo ao nosso plano de saúde. Hoje, só pagamos quando usamos, mas os Correios querem instituir uma cobrança mensal de 13% do salário bruto, que hoje tem piso inicial de R$ 1.134,00.”
Na assembléia, os trabalhadores rejeitaram uma proposta intermediada pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST). Por meio da assessoria de comunicação, os Correios informaram que a proposta apresentada pelo TST previa um reajuste equivalente a cerca de 20% do salário inicial do agente de Correios, em forma de gratificação, representando um reajuste linear de R$ 200.
Segundo a empresa, o reajuste médio dos empregados no período 2011-2014 chegou a 36%, para uma inflação de 27,3% no período. Além disso, de acordo com os Correios, os carteiros recebem vale-alimentação mais cesta básica de cerca de R$ 1 mil mensais, adicionais de atividade, plano de saúde, auxílios creche e babá, bolsas de estudos e vale-cultura.
A mobilização dos trabalhadores dos Correios é nacional. A empresa disse que nos locais em que houver aprovação de paralisação, serão aplicadas medidas do plano de continuidade para garantir as entregas. 
Ururau
Além do aumento de 10% de ganho real, as principais reivindicações são a manutenção das condições do plano de saúde da categoria

 Fonte Redação/EBC/ Ururau

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