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segunda-feira, 28 de setembro de 2015

'Imposto do Netflix' quer aumentar taxa até para cremação de corpos


Projeto de lei já foi aprovado pela Câmara de Deputados. Campistas opinaram sobre assunto

  • (Foto: Reprodução)
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Um projeto de lei que deve ser votado em breve pode alterar o preço final de diversos itens. Entre eles estão os ‘queridinhos’ do consumidor, como: Netflix, Spotify, serviços de tatuagens e piercings e ainda a comercialização de jogos pela internet. Se aprovado, o projeto de lei deve atingir também preços de cremação de corpos, transporte funerário e até uso de espaços em cemitérios.

O Projeto de Lei Complementar (PLP 366/2013) já foi aprovado pela Câmara de Deputados e atualmente está no Senado. Apelidado de “Imposto do Netflix”, ele impede que as cidades deem isenção do Imposto Sobre Serviço (ISS) e indica uma taxa de juros de 2%. O objetivo seria impedir uma “guerra fiscal”.

Ainda segundo o texto do projeto, o prefeito que não cumprir as regras está sujeito a penalidades que vão desde perda de função pública, até ficar inelegível por oito anos, além de multa. O projeto causou insatisfação também entre os campistas. Confira a enquete.

“Fiz uma tatuagem há 15 dias e estou pensando em fazer a segunda. Agora, com essa novidade de aumento destes impostos, até na hora de fazer uma tatuagem eu vou ter que repensar. Meu filho também está com vontade de fazer uma, mas acho que isso não vai rolar”.

Érica Bastos, autônoma




“Os políticos roubam e o brasileiro é quem paga. Este é o nosso país, onde os impostos só aumentam. Os políticos só fazem as leis a favor deles. As pessoas recebem salários baixos e vão deixar de consumir se os impostos ficarem cada vez mais altos. Já podemos ver exemplo disso nas lojas que estão fechando”.

Joselma Rangel Batista, professora




“Nós já pagamos tantos impostos e vamos pagar ainda mais? O governo está arrumando motivo para pegar ainda mais dinheiro das pessoas. Já estamos em uma crise onde até os itens básicos estão mais caros. Não vai demorar muito e até os itens básicos vão faltar”.

Milena Souza Barreto, estudante.




“Quem mais paga é quem trabalha. Isso é um absurdo. O governo não tem mais de onde ‘tirar’ e estão ‘tirando’ do trabalhador. Se fosse um dinheiro bem aplicado nas áreas da saúde e da educação, sei que muita gente não se importaria. O problema é que a gente já imagina onde esse dinheiro vai parar”.

Luis Carogio, técnico em manutenção



“Isso é resultado da má gestão política do nosso país. A situação dos impostos sobre estes produtos deveria continuar como é. O país está passando por uma crise e o efeito é a diminuição da economia. O aumento no preço dos produtos afasta o consumidor. As pessoas pensam mais antes de comprar”.

Bruno dos Santos, universitário.

Jornal Terceira Via

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